sexta-feira, 26 de junho de 2009

Primeiras observações

Ok, não foram exatamente as primeiras. Mas são alguns trabalhos de quando comecei a desenhar de observação na faculdade. Os cães foram o primeiro desafio neste campo, pois se movem sem muito aviso. Não à toa proliferam cenas deles durmindo. Animais eram um tema decorrente, mas eu utilizava fotografias de referência na maioria das vezes.

Outro ponto importante foi atentar a paisagem, pois estava muito acostumado a trabalhar uma figura isolada.

Os modelos vivos tiveram sua relevância também. Em especial pelas poses curtas, cuja rapidez estimula a síntese, obrigando a resolver o desenho em poucos traços.

sexta-feira, 12 de junho de 2009

'Máquina' - Museu de Arte de Ribeirão Preto

Exposição do Projeto Curatorial Temático “Máquina”, de Evandro Nicolau e Sérgio Bonilha (São Paulo-SP), selecionado no Programa Exposições 2009 – Andrei Thomaz (São Paulo-SP), Branca de Oliveira (São Paulo-SP), Carlos Delfino (São Paulo-SP), Fernando Velazquez (São Paulo-SP), Paulo Laurentiz (São Paulo-SP), PINO (São Paulo-SP), Renzo Assano (São Paulo-SP), Rodolfo Leão (São Paulo-SP) e Yukie Hori (São Paulo-SP).
Museu de Arte de Ribeirão Preto Pedro Manuel-Gismondi. Rua Barão do Amazonas, 323, Ribeirão Preto-SP. Terça a sexta-feira, das 09:00 às 18:00 horas; sábados, domingos e feriados, das 12:00 às 18:00 horas. Até 12/07/2009. Informações no MARP (16) 3635 2421.
Estou participando na exposição com o trabalho 'Fresta'. Em duas portas do museu foram instalados um conjunto de leds brancos, controlados eletronicamente. Os padrões simulam a presença de pessoas ou algum tipo de atividade por detrás delas. Aí vão algumas imagens:

segunda-feira, 18 de maio de 2009

sábado, 9 de maio de 2009

Nuvens - Observação

Desenhos de observação - grafite s/ papel - 2008

Desenhar de observação tem sido uma prática importante desde o primeiro ano da graduação. Primeiro como um meio de expandir meu entendimento do desenho, até então muito atrelado a referências fotográficas. A dificuldade de manter o detalhamento fez-me partir para outros aspectos daquilo que retratava, e a lidar de maneiras diversas com os sinais gráficos e o espaço do papel. Com a prática frequente, tornou-se um campo especulativo sobre os temas e de como o desenho se desenvolve ao tratar de necessidades específicas e objetivas de representação.

Pinturas de observação - óleo s/ tela - 20x30 cm - 2008

Na pintura, desenvolvi poucos trabalhos desta maneira. A composição das cores é mais desenvolta, pois há como comparar a sensação visual no mesmo instante. Porém, a disposição e as relações entre as partes, sem o artifício da anotação rápida do desenho, é dificultada em alguns momento. Em questão de minutos as cores podem se alterar bastante, restando complementar o trabalho por memória, por comparação da situação atual do céu e do conhecimento acumulado.

Nas pinturas mais recentes, ainda em andamento, reuni esses modos distintos, anotando a lápis de cor a estrutura das nuvens, indicações de textura, distância e cores. A continuidade tem sido feita como anteriormente indicado, complementando memória, conhecimento e o céu atual.

domingo, 3 de maio de 2009

Crânio Cavalo - Ateliê Oço

Fotografia digital - abril.2009

sábado, 2 de maio de 2009

Nuvens

Em meados de 2007 comecei a observar com frequência o entardecer e por consequência também as nuvens, como se formavam e mudavam. A partir daí pintei algumas telas, e passei a dedicar algum tempo observando o céu e as nuvens em horários diversos. Após acumular algum conhecimento desta temática e da pintura, fiz a seguinte tela:

Nuvem - 2007 - óleo s/ tela - 60x90 cm

O espaço em branco abaixo foi inicialmente deixado por estar em dúvida de completar o céu ou dispor algum elemento de paisagem. Então nas discussões na aula de pintura e conversando com outros amigos fui dando conta da ambiguidade desta faixa de tela. No momento em que sua superfície estivesse toda coberta, a pintura seria um plano ilusório por completo. A permanência de alguma tela no entanto evidencia a estruturação da pintura e o ilusionismo, sem necessariamente desfazê-lo.

Céus I, II, III - 2008 - óleo /s tela - 90x120 cm

Em seguida, numa série de três telas, a faixa em branco foi assimilada tomando uma proporção menor. A composição das cores foi desenvolvida em três situações um pouco dististintas, procurando diversificar os efeitos e os aspectos das nuvens. Apesar de não muito visível na fotografia, o tratamento da superfície também favorece a diferenciação de algumas áreas, ajudando na sensação de profundidade.

segunda-feira, 13 de abril de 2009

Carpas

Fotografia digital - abril de 2009

Estas fotografias foram feitas num restaurante de estrada, quando voltava de uma viagem que fiz na última semana. A princípio eram apenas para referência e curiosidade, mas a pouca iluminação fez aumentar o tempo de exposição, resultando nesses borrões. Alterei em alguns casos o ajuste para o tipo de lâmpada/fonte de luz. Os poucos reflexos da água quase sumiram, pois a luz vinha de trás, o que me faz pensar que filtros polarizadores poderiam ser bem vindos para minha câmera analógica.