domingo, 4 de dezembro de 2011

Antigo Céu

Desenho a lápis sobre papel velho de livro
(relaxem, era algum livro de baixa literatura tipo Sabrina ou Deleuze...)
Estou bem mais satisfeito com as nuvens e a percepção de espaço neste desenho do que em relação ao Céu Noturno. Ok, é um tanto mais fácil resolver texturas e vibrações das hachuras quando se trabalha apenas com grafite e não três ou mais cores. Ainda assim as nuvens parecem melhor dispostas e mais variadas nas densidades.

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

14ª Semana de Fotografia de Ribeirão Preto - MARP

Estarei no MARP em espírito (BOOOO!) com três fotografias até o dia 10 de novembro. A abertura é hoje, segundo o site do museu, às 20:30. Rua Barão do Amazonas, 323, Ribeirão Preto-SP. Visitação de terça à sexta-feira, das 09:00 às 18:00 horas; sábados, domingos e feriados (exceto segundas-feiras), das 12:00 às 18:00 horas.

Não poderei comparecer mas fico muito grato em ser novamente recebido por lá!

Para quem ficou curioso, as fotografias apresentadas fazem parte da série HardMoodies, e podem ser vistas no Flickr.

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Árvore


Mais um desenho que longamente esperou por uma conclusão. Creio que ainda estava na graduação quando o iniciei, ou meses depois. Fiquei muito tempo trabalhando na copa. Preferi me dar por satisfeito, faz tempo que não observo árvores com atenção, e os detalhes me parecem equilibrados no estado que está agora. Também não creio que ganhará muito sem exaustivamente detalhado, ou que caiba muito mais coisa da forma que eu iniciei.

Céu Noturno


Este desenho foi iniciado a tanto tempo que ele foi apresentado na Galeria Cinesol em 2009, quando expus junto com a Viviam. Recentemente o retomei, incrementando algumas cores. Não estou muito satisfeito com ele porém, em algum momento acabei me perdendo e não acho que ele tenha uma noção de espaço bem desenvolvida. Ainda assim gosto de algumas passagens dele.

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Quase Noite

Este desenho ficou meses parado, o que aliás não é novidade alguma. Aliás, tem sido a regra. Acho que dos trabalhos mais recentes apenas o Javali e o Rinoceronte foram feitos sem estes grandes lapsos de tempo.

Em geral não me preocupo com títulos bacanas, misteriosos, reflexivos, etc. Então quando há algum título não óbvio (eu quase o entitulo 'Carneiro-05'), eu uso um título algo quase-óbvio, como 'Quase Noite'. Mas convenhamos, apesar de estar na cara, ou no fundo, que é quase noite na paisagem, há algo de menos seco e contundente no título. E claro, títulos como 'O Carneiro' ficam demasiadamente representativo de alguma classe de qualquer coisa.